Esse post vai parecer um clichê em meio a tantos outros que já devem ter sido publicados hoje, mas vocês acreditem ou não, ele já estava na minha lista de “Drafts” há pelo menos uns 4 meses. Premonição? Acho que não.
Todos hoje estão chocados pela morte do ícone do mundo pop, Michael Jackson. Tudo foi muito rápido, confesso que quando cheguei em casa ontem e vi pela tv que ele tinha sido internado, pensei: mas, o que está acontecendo, ele está doente? Não, foi uma parada cardíaca… E então, poucos minutos depois, os jornais já noticiavam a sua morte. Sem dúvida uma notícia única.
Quando coisas assim acontecem, parece que não são verdade, estamos tão acostumados com a mídia cobrindo a vida das celebridades que, quando somos bombardeados por uma notícia assim, demora um bom tempo para digerir. Afinal, desde que eu nasci ouço músicas, vejo os clipes, especiais, shows, polêmicas, julgamentos de Michael Jackson que para mim ele sempre estaria alí, só esperando para ser achado por um paparazzi desocupado na porta da Neverland e ter mais uma vez a sua foto estampada em uma revista. Mas eu estava enganada, ele era um simples mortal.
Não quero com esse post fazer uma longa e enfadonha mensagem de despedida para ele, vou manter a idéia inicial. Uma história bem simples, que aconteceu comigo há alguns anos atras.
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Quanto eu tinha 10 anos, meu pai estava na sala de casa arrumando fitas cassetes mais antigas e vendo se não estavam estragadas ou amassadas. Cada uma que ele colocava no toca-fitas era de uma banda diferente: Bee-Gees, Eric Clapton, Genesis, Tears for Fears….até que ele colocou uma que eu reconheci: era “Thriller”, do Micheal Jackson. Já tinha ouvido aquela fita tantas vezes durante as nossas viagens de carro pra Minas, que já sabia todas as músicas de cor. Mas uma delas era especial: a música que dava título à tal fita. Nossa, era o auge quando chegava naquela música. Sempre pedia para meu pai rebobinar a fita só para ouvi-la de novo. Tinha alguma coisa naquela música que me fascinava.
Foi aí que meu pai teve uma idéia: por que não me mostrar o clipe da música que sempre me fascinava? Há uma semana que ele tinha passado na locadora e comprado uma fita VHS com algums dos clipes do Michael. Ótimo, então vamos ligar o vídeo-cassete e assistir! Fiquei muito empolgada com a idéia, era a primeira vez que eu veria o clipe daquele cantor que eu não conhecia muito bem, mas já me sentia sua fã.
Não tínhamos video-cassete em casa, mas minha avó tinha um, que meu tio ainda solteiro tinha comprado há pouco tempo. Meu pai pegou a fita VHS e fomos. Quando eu vi a capa, me assustei. O que é isso, um filme de terror?? Um Michael Jackson meio desfigurado no meio de um monte de zumbis??? Que clipe é esse??? Meu pai riu e disse pra não me preocupar, era só de brincadeira.
Colocamos a fita no vídeo-cassete e começou. Meu pai sentou do meu lado e ficou vendo a minha reação. Hum, um romance….ops, não. Era mesmo um filme de terror onde o Michael era um lobisomem!!
Ah não! Era só um filme que o Michael estava assistindo com a sua namoradinha, ufa! Mas, e a música, cadê a música? Ahhh, agora sim estou reconhecendo. Mas, por que eles estão pegando o caminho mais escuro? Tô com medo. Ok, é ele que está só brincando de ser zumbi pra assustar a namorada enquanto canta, tudo bem. Ué, mas, o que é isso, um cemitério?? Que VOZ é essa?? Ahhh não, os zumbis vão atacar o Michael com a namorada???? NÃÃÃÃO!!
Mas….espera. MICHAEL TAMBÉM VIRA ZUMBI????? AHHHHHH!!
Opa, perai….eu estou ouvindo a música no fundo e….que passos são esses?? E que coreografia LEGAL! Até os zumbis sabem dançar agora? Então era por isso que a música me fascinava tanto, os passos, o ritmo, a letra….tudo se encaixava perfeitamente! Michael era realmente um gênio!
Mas, calma. Ainda não acabou?? O que vai acontecer com a namorada dele?? NÃO, MICHAEL NÃO FAÇA ISSO!
Ahhhnnn, então era tudo um sonho!! UFA! Michael, assim você me assusta também. E olha que pra uma criança de 10 anos, esse tipo de trauma é difícil de tirar. Mas eu sabia que meu pai estava ali do meu lado, caso alguma coisa acontecesse.
E….opaaaa…..perai!! Que OLHOS AMARELOS SÃO ESSES??
….
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Essa foi a primeira vez que meu pai me mostrou o curta metragem “Thriller”, do Michael Jackson. Só alguns anos depois que soube que o clipe tinha ganhado 8 Grammys e entrado para o Guinness como Álbum que mais vendou na história. E eu assustada com alguns zumbis…
Mas é só para ilustrar que quando uma pessoa faz sucesso, nem ela mesma sabe as proporções que seu trabalho vai tomar. E acho que Michael Jackson não sabia, senão teria feito de tudo para não desapontar seus fãs com suas bizarrices, polêmicas e cirurgias. É uma pena.
Como eu disse no Twitter, talvez o lema de vida dele fosse “Don’t stop ’till you get enough”.
E pra fechar, O Clássico na versão de uma banda de Oklahoma antes de um dos jogos. Sincronismo PERFEITO!
Algunas versões mais antigas também, como os presidiários filipinos, os noivos zumbis e Darth Thriller.
Tags: clipe, Michael Jackson, terror, zumbis
Eu nunca estive em Tóquio e nem pretendo (não sei, a idéia de olhar pela janela e só ver um tipo de rosto das pessoas, não me anima muito), mas depois de ver o vídeo abaixo, eu até daria uma passada, só para ver essas paisagens.
O vídeo foi feito em time-lapse, a saber: técnica fotográfica usada no cinema na qual o objeto em foco é fotografado em determinados períodos de tempo. Para ser mais preciso, é quando se capta cada frame (Wiki). Samuel Cockedey então transformou as imagens no vídeo “Remanence: Variance - Experiments on Live Light, Tokyo 2009″. O resultado é, sem dúvida, maravilhoso.
(via Gizmodo Brasil)
Tags: time-lapse, Tóquio
Hoje recebi um link pela Liga bem interessante, um teste: que livro nacional você seria?
Claro, algumas perguntas não tem as alternativas que você realmente gostaria de responder, mas vale pela brincadeira.
Meu resultado? Calhou certinho:
“Doidas e santas”, de Martha Medeiros
Moderninha e solteira, ou radiante de véu e grinalda? Eis a questão da jovem (ou nem tão jovem) mulher profissional, cosmopolita e, apesar de tudo, muito romântica. Eis a sua questão! Confesse: quantas horas semanais você gasta conversando sobre encontros e desencontros sentimentais com as suas amigas? Aliás, conversando não. Analisando, destrinchando… Mas isso não quer dizer que você só questione a existência de príncipe encantado, não. A vida adulta hoje não está fácil para ninguém, como bem mostram as 100 crônicas de “Doidas e Santas” (2008), que retratam os sabores e dissabores da vida sentimental e prática nas grandes cidades.
Não é?
Quer fazer também? Então entre aqui e boa diversão.
(valeu pela dica, @franksands!)
Tags: teste
O site The Hollywood Reporter puclicou essa semana uma lista com as 100 melhores trilhas sonoras de filmes de todos os tempos. Vários compositores famosos aparecem no ranking, como John Williams (o meu preferido, por motivos óbvios), Maurice Jarre (pai de Jean-Michel Jarre), Max Steiner e Ennio Morricone.
Mas quem está no topo da lista não é tão famoso assim, mas o filme é, sem dúvida, um dos melhores filmes de todos os tempos: Nino Rota, de O Poderoso Chefão. Totalmente merecido. Agora, curiosidade: ele criou originalmente a trilha para um filme Italiano de 1958, chamado “Fortunella”, mas resolveu reaproveitar e incluir alguns aranjos novos para criar todo o ambiente da família Corleone.

Don Corleone sempre tem razão.
O segundo lugar ficou com um dos melhores filmes de suspense, Tubarão, trilha de John Williams. Sempre quando falo do filme, lembro do meu pai me dizendo que quando saiu da sala de cinema depois de vê-lo, ainda ficou com a música na cabeça. “Toda vez que ouve o tan-TAN-tan-TAN-tan-TAN , dá um frio na espinha! Naquele ano, ninguém mais queria ir pro litoral”, palavras dele.

Vai um aperitivo ai?
Vejam abaixo o Top 10 das trilhas que, além de Tubarão, inclui mais 3 filmes de John Williams (entenderam porque do óbvio?):
- O Poderoso Chefão (1972) - Nino Rota
- Tubarão (1975) - John Williams
- Star Wars - Uma Nova Esperança (1977) - John Williams (óbvio!)
- Três Homens em Conflito (1966) - Ennio Morricone
- Psicose (1960) - Bernard Herrmann
- ET - O Extraterrestre (1982) - John Williams (óbvio de novo!)
- Lawrence da Arábia (1962) - Maurice Jarre
- E o Vento Levou… (1939) - Max Steiner
- Indiana Jones - Os caçadores da Arca Perdida (1982) - John Williams (mais do que óbvio!)
- Chinatown (1974) - Jerry Goldsmith
A lista completa vocês encontram no site do THR.
Tags: top 10, top 100, trilha sonora
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Marina Colasanti
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Obs: agradeço à Bri pelo e-mail.
Tags: conformismo, costume, rotina
Se você é um ser alienado, sem acesso a Internet e a TV, então perdeu um fenômeno que mobilizou toda a mídia nas últimas semanas: o fenômeno Susan Boyle. Não vou entrar em detalhes sobre ela, mesmo porque já fizeram isso DEMAIS, mas em resumo é: senhora de meia idade, acima do peso, solteirona, morando com um gato, de repente se transforma na nova diva da música em um programa de talentos britânico.
Aliás, o que não falta lá fora são programas desse tipo. Parece uma espécie de febre (não suína) todos quererem mostrar o que sabem fazer, seja cantar, dançar, fazer piadas ou qualquer coisa que seja considerado talento. Os dois mais famosos são o American Idol, versão americana do inglês Idol, e o Britain’s Got Talent, versão inglesa do americano American’s Got Talent (é isso mesmo que você entendeu). Os dois seguem os mesmos padrões: 3 ou 4 jurados avaliam os números no palco e decidem se eles vão para a final e para a a escolha do público.
Muitas pessoas famosas hoje devem a fama a um dos dois programas. A cantora Kelly Clarkson foi a vencedora da primeira versão do AI, assim como a cantora Jennifer Hudson participou da terceira temporada. Já no BGT temos o cantor de ópera ex-vendedor de celulares Paul Potts, o garoto dançarino-prodígio George Sampson e a nossa querida nova-diva, Susan.
Agora me digam: por que esse tipo de programa não dá certo por aqui? Ou melhor, não dá certo hoje, porque afinal já tivemos aí programas clássicos da TV brasileira, como Cassino do Chacrinha (!) e Show de Calouros (!!), programas sérios (!!!) que tinham realmente a intensão de lançar pessoas talendosas (!!!!). Concordam?
Por exemplo, o tecladista Andrinho Casanova, famossísimo em sua rodinha de 5 amigos do Rio de Janeiro, assim como Sérgio Sepúlveda, um grande sucesso em Itabuna e que voltou maduro depois de sete anos (?) afastado do meio musical. Graaaandes artistas! Mas aí vocês me perguntam: e O Trem da Alegria? E os Titãs? E a Xuxa?? Ah, mas eles já eram famosos quando se apresentaram. Nenhum deles teve que passar pelos jurados, agora os artistas acima passaram por merecer. Afinal, ter Pedro de Lara ou Elke Maravilha como jurados não era nada fácil. Simon Cowell, aprenda com eles!

Andrinho dos Teclados

Vai Serginho!
Agora, uma das mais injustiçadas que passaram pelo Cassino do Chacrinha e que agora é uma grande cantora é Clemilda. Não, vejam toda essa sonoridade. Pena que ainda não tenha um vídeo dela cantando, com certeza ela seria a Susan Boyle do Brasil.

Clemilda, a Susan Boyle do Brasil!
Enquanto isso, fiquem com as primeiras audições dos famosos que já passaram pelo American Idol e pelo Britain’s Got Talent, mas que nunca, NUNCA, chegarão ao nível dos artistas brasileiros. Assim espero.
Primeira audição de Kelly Clarkson no American Idol:
Primeira audição de Jennifer Hudson:
E agora os vencedores do BGT: Paul Potts
George Sampson
(ok, eu NÃO vou colocar o vídeo da Susan aqui porque, né, ela não precisa mais de exposição, já é famosa DEMAIS sem isso).
Obs: agora, me digam, quem será que teve a coragem de criar um perfil no Last.fm para a Clemilda, hein? Mistério…
Peço desculpas aos meus muitos leitores por não postar com frequência aqui no OC.
E não é por falta de assuntos, eu já comecei uns 3 posts mas não consigo terminar!
Mas, tenham paciência. Logo vou voltar à ativa. ![]()
Todo mundo conhece a estória da Chapeuzinho Vermelho, certo?
E se ela fosse contada por um über-nerd? Seria mais ou menos assim:
Mas, fala sério, ficou melhor que a original, não?
(via Gizmodo Brasil)
Tags: über-nerd
Se a população da Terra fosse reduzida a apenas 100 pessoas, como seria a proporção dividida entre elas?
Essa é a idéia de um vídeo que recebi hoje do Frank e achei muito interessante. O texto foi escrito em 1990 e virou projeto em 2001, chamado The Miniature Earth. Os dados coletados pelo projeto são estatísticas da ONU e de outras fontes sobre a população mundial e que sofreram alterações para mostrar como seriam se somente 100 pessoas morassem na Terra.
O legal do vídeo é que os dados são sempre atualizados. Na verdade, de acordo com o blog, logo vai sair a nova versão do vídeo já com os dados novos.
Além do vídeo, o projeto também vende camisetas com os dados estampados e estimula as pessoas a contribuirem com outras campanhas, como a Make Poverty History, End Poverty 2015 e a Millennium Goals.
Quem quiser fazer o download do vídeo, basta contribuir com US$ 5,00, que serão convertidos para a campanha.
Afinal, o que são US$ 5,00 para quem está entre os 75% das pessaos ricas do mundo, certo?
Tags: campanha
Então, eu ainda não consegui terminar de ler os livros que tinha planejado para o começo do ano. Na verdade, consegui terminar 2 deles, Ensaio sobre a Cegueira (finalmente!) e Crepúsculo, mas sabe quando bate aqueeeeela preguiça de ler os outros? Será que estou acomodada demais?
Sim, estou.
Por isso, pra não perder o ritmo, já estou lendo (finalmente também!) Neuromancer e acrescentei mais um na lista, O menino do pijama listrado. Esse eu só ouvi bem por cima sobre a estória, mas como se passa em tempos de guerra e é contado por uma criança (além de ser bem pequeno comparado com outros), não deve ser muito difícil de ler.
E para não ter mais o perigo de esquecer (duh!) os livros pra ler, estou usando 2 sites de estantes virtuais, sites próprios para você organizar os livros que está lendo, quer ler ou já leu. Esse sites são bem úteis porque além de ajudar na organização, também dão dicas de outros livros que estão na lista dos mais lidos tanto pelos usuários como em listas no mundo.
O principal que eu uso é o GoodReads. O bom dele é justamente essas listas de livros e o sistema de atualizações por email. O outro é o Skoob, que eu descobri hoje, pela dica da Feanari no BNBlog. Como disse a Fea, o bom do Skoob é que ele é em português e você pode adicionar algum livro que não tenha. E eu tive realmente que fazer isso, porque o Os ventos da Mudança do Isaac Asimov não tinha (na verdade eu ainda não atualizei tudo, preciso pegar as informações do livro quando chegar em casa).
Enfim, vamos ver se agora eu consigo zerar essa lista e acrescentar mais alguns livros, porque senão acaba o ano e eu ainda estou no Neuromancer (argh!).
Em tempo: ontem chegou o meu Harry Potter e as Relíquias da Morte! Mais um pra fila de espera…
Tags: estantes virtuais
Moderninha e solteira, ou radiante de véu e grinalda? Eis a questão da jovem (ou nem tão jovem) mulher profissional, cosmopolita e, apesar de tudo, muito romântica. Eis a sua questão! Confesse: quantas horas semanais você gasta conversando sobre encontros e desencontros sentimentais com as suas amigas? Aliás, conversando não. Analisando, destrinchando… Mas isso não quer dizer que você só questione a existência de príncipe encantado, não. A vida adulta hoje não está fácil para ninguém, como bem mostram as 100 crônicas de “Doidas e Santas” (2008), que retratam os sabores e dissabores da vida sentimental e prática nas grandes cidades.
